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TAG Livros - Unboxing Maio

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Oi pessoas, tudo bem com vocês? Hoje trago uma novidade que os leitores de plantão vão adorar. Quem ama torrar todo o money com livros, já ouviu falar do clube por assinatura TAG Livros, e eu como consumista compulsiva de livros que sou, morria de vontade de assinar essa belezinha. E eis que mês passado resolvi testar, e bom… Ameeei. Essa caixinha maravilinda chegou pra mim por volta do dia 15 de maio e eu quase morri de emoção. Abri na mesma hora e só não postei pra vocês antes por que realmente estava sem tempo, mas enfim, eis aí meu amore que chegou. Esse livro belíssimo do Giuseppe Tomasi di Lampedusa, indicação do queridíssimo Mario Vargas Llosa. Olha que lindo, ganhei até cartinha de boas-vindas. E esse enigma, quase não descobri, só podia ser inspirado em Sherlock Holmes. Esse banner lindo vai pra minha parede, é claro. Adorei a revistinha que acompanha o livro. Enfim, esse foi só o kit maio, estou super ansiosa para o de junho, assim que eu ler O Leopardo(o que provavelmente vai demo…

O Estrangeiro - Albert Camus

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Albert Camus sabe mesmo como prender alguém, eu mesmo não tendo entendido muito a história e tendo me perdido em algumas partes - provavelmente por causa dos vários erros na escrita um tanto quanto rebuscada - ainda li O Estrangeiro até o final, e até que valeu a pena, porque o final conseguiu me surpreender um pouco. Se eu não me engano, há um filme com mesmo nome inspirado neste livro, mas não assisti e, sinceramente, não sei se quero assistir.
O livro começa com Meursault a caminho do enterro da própria mãe que morava em um asilo, que segundo a concepção dele, era melhor pra ela pois os dois já não mais se suportavam e também ele não tinha dinheiro suficiente para sustentá-la. O que você percebe de estranho é que ao invés de ele ficar de luto após o enterro, ele vai a praia, e ainda encontra uma mulher com quem vai ao cinema assistir uma comédia e depois passa a noite com ela. Mas eu realmente comecei a me interessar pela história lá pela trigésima página ou antes um pouco, quando so…

Voltei...

Hey pessoas, tudo bom com vocês? Pois é, eu vim aqui me desculpar por ter deixado o blog em off esses dias, vida de estudante não é fácil, e não queria postar qualquer coisa sem conteúdo, mas prometo tentar não deixar vocês tanto tempo sem textos de novo. Enfim, vamos as novidades, eu agora sou resenhista do blog Mundo das Resenhas e por enquanto só tenho uma resenha do filme Ex Machina por lá, se quiserem ler é só clicar aqui. Mas logo colocarei por lá a resenha de um livro que estou lendo. E não pensem que vou abandonar meu blog por conta disso. Ainda vou colocar algumas resenhas por aqui e meus textos terão prioridade aqui. Ah, se sentirem minha falta é porque minha meta é escrever um livro este ano, e estou trabalhando muito nisso, está difícil pela falta de tempo e talvez eu demore terminar (agora que estou no começo), mas quando eu terminar, quero que vocês sejam os primeiros a saber. Bom só pra vocês não desanimarem, estou lendo as últimas páginas do livro que vou resenhar pra você…

Coisas simples

E novamente eu estava sozinha esperando ele chegar, ele sempre atrasava, e eu, como sempre, esperava até ele aparecer. Não que ele não tivesse me alertado, ele até deixou bem claro antes mesmo da primeira vez, não era nem um pouco pontual e não queria que eu pensasse que fosse por minha causa, na verdade, era por mim que ele não atrasava mais que dez minutos. Eu até gostava do atraso, me dava tempo de pensar nele sozinha. Eu sabia, que ele não atrasava por que queria, e sim porque sua mãe estava doente, ele não gostava de deixá-la sozinha, então tinha que arrumar tudo antes de sair para que ela ficasse bem até o pai dele chegar. Eu achava isso lindo, imaginava se eu também seria assim se minha mãe não tivesse ido embora, se eu também atrasaria toda a minha vida completamente planejada e pontual só para ter certeza de que ela estaria bem. Perdida nos meus pensamentos nem percebi quando ele chegou, e me assustei um pouco quando senti o toque de seus dedos frios no meu ombro descoberto. So…

Três lados da arte, e um lado negro da vida

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A “modinha” da vez é a série 13 Reasons Why da Netflix, e talvez por que eu já tinha interesse no livro, eu cedi a vontade e resolvi assistir. Primeiramente devo dizer que ainda estou no 7º episódio, mas resolvi escrever sobre ela agora porque estava olhando alguns ebooks meus e encontrei A playlist de Hayden, que também fala sobre suicídio, desta vez de um garoto, mas por motivos praticamente iguais. Sinceramente, adolescência é um saco, parece que tudo que pode acontecer de ruim na vida de uma pessoa, acontece nessa fase. Mas ok, a gente supera, certo?! Errado. Nem todo mundo supera, pra alguns é mais difícil encarar essas coisas “normais” como bullying, racismo, exclusão, assédio, violência e todas essas merdas típicas de ensino médio. Ah, mas não é assim pra todo mundo, porque sempre tem o casalzinho popular, que tem uma vida perfeita, não é mesmo?! Bom, quem leu os livros e/ou assistiu a série sabe muito bem que até eles têm problemas. Alias, tem um filme - A Girl Like Her - que as…

Cartas, como te quero.

Ah, cartas, antes o único meio de comunicação, hoje algo esquecido, mas para alguns, ainda a melhor maneira de manter laços já inventada. Quem nunca pensou em escrever, ou até escreveu uma carta? Bom, eu espero que ninguém tenha dito que nunca lhe passou pela cabeça essa estonteante ideia. Mas, se tiver respondido que nunca, então eis aí a oportunidade de mudar essa resposta. No mundo das redes sociais em que vivemos hoje, a proximidade e a cumplicidade são coisas cada vez mais distantes, e as centenas de amigos online não se assemelham em amizade aos poucos reais, porém o que deveria aproximar cada vez mais as pessoas, vem criando uma falsa ideia de “popularidade”, e nos vemos incapazes de viver fora desse mundo virtual, pois o real já não é o suficiente. Cartas, foram minha salvação. Perdida nesse mundo virtualizado, nunca consegui me encaixar, redes sociais sempre foram um fardo pra mim, e a timidez me impedia de fazer amigos reais também. Me auto excluindo pelo meu jeito de ser, me …

Uma história de amizade e música

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Te faz rir, e te dá vontade de chorar, você olha a vida de um jeito que nunca parou para olhar: através da música. É assim, com essa frase, que eu consigo resumir o filme “Mesmo se nada der certo” de John Carney. Em certos momentos você se sente até parte do filme, como um amigo dos personagens. Não sou nenhuma cinéfila especialista, tudo que sei sobre os filmes é como me sinto quando assisto. E como senti quando assisti esse: Posso dizer que o filme é bom, do meu ponto de vista, quase perfeito. Dan Mulligan (Mark Rufallo) e Gretta James (Keira Knightley) são completos desconhecidos, com apenas uma coisa em comum, a música é basicamente o que fez suas vidas estarem como estão: um mar de problemas para Dan, e tristeza e decepção para Gretta. Logo de início vemos que Dan vive da música, um dia um produtor de sucesso, e no outro um bêbado que acaba de ser demitido da gravadora que ele próprio criou. Afogado em suas amarguras, e em álcool também, Dan é separado da esposa e tem uma filha, co…